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DIVÓRCIO Independente da qualidade do relacionamento, o rompimento da afinidade sempre deixa seqüelas. O tempo de permanência juntos forma o emaranhado que as ramificações de ambas às personalidades cravaram no casal. Por isso todo divórcio, mesmo os informais, deixa a pessoa “passada”. No processo de esquecer a outra metade, a mente deleta também alguns pedaços dos traços típicos do ser, que migraram e formaram uma vida- a- dois durante o processo da conquista. Nesta fase é preciso ter cautela, devido ao esvaziamento da individualidade, onde os equívocos acontecem com facilidade, devido à carência momentânea e a readaptação da alma que volta ao ‘status-sollus’. Conclusão José Antonio Sespedes .
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